Friday, November 21, 2008
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GO é considerado zona livre de febre aftosa com vacinação

GO é considerado zona livre de febre aftosa com vacinação

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) considerou Goiás e outros dezesseis estados do País, entre eles Acre, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul áreas livres de febre aftosa com vacinação. Santa Catarina continua sendo o único estado considerado livre de aftosa sem vacinação. A situação sanitária dessas regiões foi definida por meio de instrução normativa publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (27-11). Os municípios de Boca do Acre e Guajará, no Amazonas, também são considerados livres da doença com vacinação.

O Mapa dividiu as situações dos Estados em áreas livres de febre aftosa sem vacinação, áreas livres de febre aftosa com vacinação e áreas que ainda não apresentam condições para inclusão nas situações devidas. Estados como Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Sergipe e Rondônia foram considerados livres de febre aftosa com vacinação.

Para o secretário estadual de Agricultura, Leonardo Veloso, a notícia veio coroar o trabalho realizado em conjunto entre governo estadual, federal e iniciativa privada. "A responsabilidade de conscientizar os produtores nós estamos cumprindo, daí os resultados positivos como esse". Ele afirma que a partir de agora o rebanho goiano, que hoje passa de 20 milhões de cabeças, será mais valorizado, além dos produtos de origem animal como carnes e lácteos.

"A decisão demonstra que a defesa sanitária do Estado, realizada também pela vinculada à secretaria, a Agrodefesa, está cumprindo bem o seu papel. O último caso de febre aftosa registrado em Goiás foi em 1995, portanto há 12 anos estamos livres da doença". Vale ressaltar que o agronegócio, hoje, é responsável por 84% das exportações goianas, sendo a carne por mais de 38%.

A instrução normativa estabelece ainda, que o eventual aparecimento de um ou mais casos de febre aftosa, em qualquer das áreas consideradas livres da doença, implica a suspensão temporária da situação vigente. A suspensão poderá incluir apenas parte da área livre no caso de surto limitado ou, quando for possível, estabelecer uma zona de contenção que agrupe todos os casos, com a finalidade de reduzir, ao mínimo, o impacto da doença. As informações são da assessoria de imprensa do ministério. As informações são da assessoria de imprensa da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Goiás (Seagro).

Fonte: Agrolink

Written By: Grace
Date Posted: 11/28/2007
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